Disciplinas
Explicações online de Filosofia
10.º e 11.º ano, com preparação para o exame nacional. A disciplina onde ter opinião não chega.
Primeira aula sem custo e sem compromisso.
O problema
Quase metade chumba, e ninguém percebe porquê
Em 2026, 46,9% das provas de Filosofia tiveram negativa. São 22.612 provas, e a média nacional ficou nos 10 valores — no limiar exato entre positiva e negativa.
É das disciplinas com pior média do país, e é a que menos gente vê a chegar.
A razão está numa confusão que quase todos os alunos fazem. Filosofia parece a disciplina onde se dá opinião. As aulas discutem, os textos fazem pensar, e um aluno que argumenta bem à mesa de jantar assume que argumenta bem na prova.
A prova não pede opinião. Pede que se reconstrua o argumento de um autor com precisão, usando a terminologia dele, e que se defenda uma posição com estrutura lógica. Um texto brilhante que não usa os conceitos certos tem cotação zero.
Como funciona
Três competências, e nenhuma é ter ideias
A lógica é a parte que se recupera mais depressa.
Validade, verdade, formas de inferência, falácias. São regras finitas, quase matemáticas, e valem cotação garantida. É o primeiro sítio onde se ganham valores.
Os autores exigem precisão, não paráfrase.
Descartes, Hume, Kant, Rawls. Dizer “ele acha que o conhecimento vem da experiência” não é responder — responder é usar os termos do autor, na estrutura dele, com o argumento dele. Isso decora-se? Não. Trabalha-se, texto a texto.
E a dissertação tem regras.
O texto argumentativo do exame avalia estrutura, uso de conceitos e coerência. Tese, argumentos, objeção, resposta à objeção. Quem nunca escreveu um com tempo cronometrado não o escreve bem no dia da prova.
Numa aula individual, o aluno argumenta.
Numa turma de trinta, discute-se meia dúzia de vezes por período. A sós com o professor, a discussão é a aula — e a única forma de aprender a argumentar é argumentar.
O que acompanhamos
10.º e 11.º ano
10.º ano
A ação humana e os valores, a dimensão ética, política e estética. As bases conceptuais que o 11.º pressupõe.
11.º ano e Exame Nacional
Lógica e argumentação, o conhecimento e a racionalidade científica, a religião e a experiência estética. Preparação específica para a prova.
Exame nacional
Preparação para o Exame Nacional de Filosofia
Lógica primeiro. É a parte mais objetiva da prova e a que dá retorno mais rápido a quem está em dificuldade.
Os autores com os textos à frente. Trabalhamos sobre os excertos que o exame usa, não sobre resumos.
Escrita de dissertações, feitas, corrigidas e refeitas. O ecrã partilhado permite corrigir o texto com o aluno a ver, e discutir a correção na altura.
Exames anteriores e critérios de correção, porque saber a matéria e saber como a resposta é cotada são competências diferentes.
Os professores
Quem dá as aulas
Os nossos explicadores de Filosofia têm formação superior na área e experiência a preparar alunos para o exame nacional. A escolha do professor é feita em função do aluno.
Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
Ele argumenta muito bem e tem notas fracas. Como se explica?
É o padrão mais comum nesta disciplina. Argumentar bem em conversa e responder a uma pergunta de exame são competências diferentes: a prova pede o argumento do autor, com os conceitos do autor, numa estrutura definida. Isso ensina-se.
Filosofia é decorar?
Nem decorar nem opinar. É perceber a estrutura de um argumento e saber reproduzi-la e criticá-la. Quem decora citações sem perceber a estrutura não responde às perguntas que valem mais.
A lógica é a parte mais difícil?
Costuma ser a que assusta mais e é a que se recupera mais depressa. São regras finitas, e trabalham-se com exercícios.
Quando é o exame?
No fim do 11.º ano.
Para que cursos serve?
É prova de ingresso em direito, ciências políticas, sociologia, psicologia e várias licenciaturas de humanidades, conforme a instituição.
Quantas aulas por semana são necessárias?
Depende das necessidades e dos objetivos de cada aluno. Uma aula por semana pode ser suficiente para acompanhamento regular e consolidação da matéria. Quando existem dificuldades acumuladas, matéria em atraso ou um exame próximo, pode ser recomendável aumentar a frequência. Após a primeira aula, o professor avalia a situação do aluno e recomenda a frequência mais adequada, sem compromisso.
A primeira aula é mesmo gratuita?
É. Serve para vermos onde está a dificuldade e para perceber se o formato resulta.
A primeira aula é gratuita
Sem compromisso e sem cartão. Diga-nos o ano e onde estão as dificuldades.